Eu não posso parar de te amar


Que eu faço para seguir
E  adiante a vida tocar
Sem esta aguda saudade?
Que como navalha me fere
E você sabe que é verdade
Seus olhos são tão lindos
E seus lábios … Oh Deus, como são doces
Eu não posso deixar de te amar
Não posso ir
E nem ficar
Me diga então o que fazer
Eu só não posso deixar de te amar
E se eu parar?
Me diga o que fazer
Me diga
Mas por você vou esperar
Ouça-me e chame logo meu nome
Ouvirei harpas e anjos á cantar
Eu quero viver
E desta vez é para sempre
Dou graças aos Céus ,pois você veio!

Poema registrado no Recanto das letras

http://www.recantodasletras.com.br/poesiasdedicatorias/3175268

 

 

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Sobre PoemforMJ

Michael ... "Quando olho no dentro dos seus olhos eu sei que é verdade.Deus deve ter gasto um pouco mais de tempo em você!"
Esse post foi publicado em De Rita para Michael e marcado , , . Guardar link permanente.

2 respostas para Eu não posso parar de te amar

  1. Ariana disse:

    ”… E você sabe que é verdade
    Seus olhos são tão lindos
    E seus labios … Oh Deus, como são doces…”

    DIGNO!
    TENHO MUITO ORGULHO DE VOCÊ, RITA! PARABÉNS, amiga. PARABÉNS por todo amor.

    Sabe, não sou boa com palavras, por isso, sempre ‘roubo’ poemas de grandes ou pequenos escritores para tentar representar esse ‘tanto amor’ que sinto pelo MAGRELO. Sim, meu MAGRELO! rsrsrsrs (né, Rita?)

    Agora, vou deixar Carlos Drummond falar por mim:

    AMOR — POIS QUE É PALAVRA ESSENCIAL

    Amor — pois que é palavra essencial comece esta canção e toda a envolva.
    Amor guie o meu verso, e enquanto o guia, reúna alma e desejo, membro e vulva.

    Quem ousará dizer que ele é só alma?
    Quem não sente no corpo a alma expandir-se até desabrochar em puro grito de orgasmo, num instante de infinito?

    O corpo noutro corpo entrelaçado, fundido, dissolvido, volta à origem dos seres, que Platão viu contemplados: é um, perfeito em dois; são dois em um.

    Integração na cama ou já no cosmo?
    Onde termina o quarto e chega aos astros?
    Que força em nossos flancos nos transporta a essa extrema região, etérea, eterna?

    Ao delicioso toque do clitóris, já tudo se transforma, num relâmpago.
    Em pequenino ponto desse corpo, a fonte, o fogo, o mel se concentraram.

    Vai a penetração rompendo nuvens e devassando sóis tão fulgurantes
    que nunca a vista humana os suportara, mas, varado de luz, o coito segue.

    E prossegue e se espraia de tal sorte que, além de nós, além da própria vida, como ativa abstração que se faz carne, a idéia de gozar está gozando.

    E num sofrer de gozo entre palavras, menos que isto, sons, arquejos, ais, um só espasmo em nós atinge o clímax: é quando o amor morre de amor, divino.

    Quantas vezes queria morrer um no outro, no úmido subterrâneo da vagina, nessa morte mais suave do que o sono: a pausa dos sentidos, satisfeito.

    Então a paz se instaura. A paz dos deuses, estendidos na cama, qual estátuas
    vestidas de suor, agradecendo o que a um deus acrescenta o amor terrestre.

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    • MJJKING disse:

      Sabe, não sou boa com palavras, por isso, sempre ‘roubo’ poemas de grandes ou pequenos escritores para tentar representar esse ‘tanto amor’ que sinto pelo MAGRELO. Sim, meu MAGRELO! rsrsrsrs (né, Rita?)

      E eu sempre digo TUDO PELO MAGRELO!…

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