Asas da Invisibilidade


 

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Eles dizem que você deixou o palco,
Estabeleceram a sua vida de tragédia e dor
Eles não viram o triunfo da vida plena e que agradecidamente viveu,
Com graça e estilo, humor e dignidade
E grande, grande amor.

Na alegria de servir seu semelhante?
Seus olhos cegaram por expectativas?
Seus ouvidos ensurdecidos por julgamento?
Os corações endurecidos pela frieza?
Suas almas congeladas em motivações certamente não da sua criação?

Dizem que todos nós devemos ter o mesmo destino
Todas as nossas lutas, voltas e reviravoltas
As coisas que adquirimos devem ser todas devolvidas
Todas as nossas alegrias e tristezas, as coisas que aprendemos
Engolido no momento quando chega a nossa vez
Que tipo de sentido isso faz?
Que desperdício devasso!
Você escreve:

Dois Pássaros

É difícil dizer a eles o que sinto por você. Eles nunca te conheceram e ninguém tem uma foto sua. Então, como podem compreender o seu mistério?
Vamos dar-lhes uma pista:
Dois pássaros pousam numa árvore. Um come cerejas, enquanto o outro observa. Dois pássaros voam pelo ar. O canto de um soa como cristal que cai do céu, enquanto o outro se mantém em silêncio. Dois pássaros giram ao sol. Um captura a luz em suas penas prateadas, enquanto o outro estende asas da invisibilidade.

É fácil adivinhar qual pássaro eu sou, mas eles jamais encontrarão você. A menos que…
A menos que já conheçam um amor que nunca interfere, que observa além, que respira livre no ar invisível.
Doce pássaro, minha alma, seu silêncio é tão precioso. Quanto tempo levará para que o mundo ouça sua música na minha?
Oh, é por esse dia que anseio!
E o que digo? Digo:
Venha à mesa, meu amor,
Fome não mais
Esse dia chegou
Sua festa está preparada
Os convidados estão chegando
Sozinhos e em grupos
O pássaro comendo cerejas
passou-lhe a tigela
Suas penas prateadas são suas agora,
Veja!
Sua canção cai como chuva
de cristal, brilhante e inédita
Ainda do céu
como o orvalho suave da manhã
Dissemina como tufos de dente de leão
soprados pela brisa
Sua voz caindo suavemente
Transmitindo sua paz
O observador silencioso
Junta a sua voz à sua
Ele respira-a livremente
Para abranger o mundo
Sobre corações despertados,
Embora abalados pelas lágrimas
Que você nos mostrou, você viveu
Amor que nunca interfere

 
Poema de: Jan Cooper-Carlson
Autor tambem de : Abraços da Alma

Tradução: Maíra

 

 

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Sobre PoemforMJ

Michael ... "Quando olho no dentro dos seus olhos eu sei que é verdade.Deus deve ter gasto um pouco mais de tempo em você!"
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